Sinto-me a ectopiar. Sinto-me o derradeiro. O deslocado. Aquele que nunca está onde deve estar. Porque será? Sinto-me um esqueleto. Talvez caminhe por trilhos e atalhos que não estão topografados.
Vou-me ectopiar da sociedade. Vou-me exceder. Vou-me desaparelhar. Vou-me desmaquinar.
Sei lá, "não sei para onde vou, mas sei que não vou por aí."
Obrigado José Régio pela exortação das ectopias.
Thursday, June 14, 2007
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